Violência cresce no interior de são paulo

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No interior quadrilhas explodem agências bancárias, como atos terroristas. Entram nas cidades pequenas, durante a madrugada, distribuem equipes encapuzadas com armamento pesado, dão tiros para o ar, e se alguém aparecer gritam para que retornem ás suas casas.

Violência cresce no interior de são paulo

A violência cresce por toda a sociedade, com crimes cada vez mais sofisticados.

No interior quadrilhas explodem agências bancárias, como atos terroristas. Entram nas cidades pequenas, durante a madrugada, distribuem equipes encapuzadas com armamento pesado, dão tiros para o ar, e se alguém aparecer gritam para que retornem ás suas casas. Enquanto isso lançam seus explosivos, arrombam o cofre dos bancos e levam tudo. Assim têm ocorrido por diversas cidades, pequenas e médias.

Em Campos do Jordão fizeram isso às vésperas do Natal. Em São Bento do Sapucaí e outras cidades do sul de Minas, esta semana fizeram o mesmo.

[Quadrilha explode três agências e ataca base da PM em São Bento do Sapucaí]

Com isso, causam grandes transtornos à população, principalmente pobre, os aposentados das zonas rurais que precisam receber no banco. Os bancos privados conseguem mais rápidos refazer suas estruturas, mas o Banco do Brasil, por ser público, demora às vezes, até seis meses para normalizar a situação do atendimento, porque é preciso fazer edital, licitação etc., enquanto isso a população acaba indo receber em cidades vizinhas.

As autoridades públicas locais (e policiais) sentem-se impotentes.

Buscam parcerias com o Governo do Estado, para aquisição de tecnologias, que viabilize m um serviço de inteligência (com câmeras de segurança) e mais contingente policiai, para coibir a ação dos criminosos, cada vez mais ousados e com maior poder de ação, com armamentos mais pesados.

No âmbito nacional, o ministro Sérgio Moro prepara um pacote de medidas anticorrupção para enfrentar o crime organizado. Ações como estas que flagelam o interior de São Paulo podem ser consideradas como atos terroristas. Estas ações têm sido frequentes. Em setembro de 2017 havia ocorrido um assalto, com explosivos, em São Bento do Sapucaí, o que levou meses para normalizar a situação. As pessoas (principalmente idosas) tinham que ir receber suas aposentarias em outras cidades, muitas tendo que tomar táxi e gastando mais ainda o pouco salário que recebem. Nem todos têm aplicativos em seus celulares para realizar transferências on line. Tudo isso mostra o quanto a violência está por toda a parte, com novas formas, em que os criminosos se utilizam da tecnologia para obter sucesso em suas megas empreitadas. 

De fato, é preciso que haja ações mais coordenadas do poder público para lidar com esta situação, que não admite omissão.

Educação, saúde e segurança  são deveres do Estado, e a população que paga impostos quer soluções nesses campos, pois nunca se sentiu tão desamparada. É preciso ampliar os esforços, em todos os níveis, para vencer o desafio no combate à criminalidade. A população brasileira está depositando muita confiança nas propostas do Ministro Sérgio Moro. É consenso que se faz necessário  agir para minimizar os efeitos da escalada da violência no País. 

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