Presídios da Região Noroeste: na luta contra a dengue

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As 43 unidades prisionais têm ações educativas e mutirões de limpeza para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti

Presídios da Região Noroeste: na luta contra a dengue

Servidores e reeducandos das 43 unidades prisionais que compõem a Coordenadoria da Região Noroeste (CRN) estão  mobilizados no combate ao Aedes aegypti – transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela urbana. A ação é desenvolvida de forma corriqueira nas unidades e também na sede da CRN, o ano todo.

Distribuição de materiais educativos, elaboração de cartazes, palestras e mutirão de limpeza são algumas das estratégias adotas para eliminar focos do mosquito.

Presídios da Região Noroeste: na luta contra a dengue

Embora vários municípios vêm enfrentando uma epidemia de dengue em 2019, nenhum caso foi registrado na população carcerária da Região Noroeste, até o momento.

As ações de prevenção, realizadas por membros da “Brigada Contra o Mosquito Aedes Aegypti” – frente de trabalho criada em 2016 para atuar em todos os presídios do Estado –, incluem coleta de entulhos, capinação, inspeção frequente em banheiros, grelhas, ralos, pias e calhas, com aplicação de cloro e sal nesses locais.

Na área externa das unidades, o mutirão de limpeza percorre o barracão de visitas, sanitários, setor de manutenção, entre outros. Materiais que possam acumular água e servir como criadouro do mosquito são recolhidos e dada a destinação correta. O trabalho ocorre semanalmente e conta com o apoio da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).

Os reeducandos também se mobilizam para prevenção e combate ao Aedes aegypti. Na Penitenciária “Valentim Alves da Silva” de Álvaro de Carvalho, por exemplo, os presos depositam terra em vasos de planta, lavam o recipiente das geladeiras, entre outras intervenções.

Ações Educativas

Detentos que estudam nas escolas vinculadoras desenvolvem atividades curriculares sobre o tema: discussões, rodas de conversa, exercícios de reflexão e dramatização, sempre com orientação dos docentes da rede estadual de ensino.

No Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Jardinópolis, os reeducandos confeccionaram cartazes e criaram poesias, músicas e textos sobre o tema. Os alunos divulgaram as informações a todos da unidade prisional, bem como aos familiares que realizam visitas aos finais de semana.

Marcus Liborio - SAP/CRN

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