Onde tem emprego?

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Caindo sempre no “conto do vigário”, a população espera, ou melhor, acredita, nas promessas que o governo solucionará o problema e o resultado todos já conhecem

Onde tem emprego?

Infelizmente, em relação a essa pergunta, estamos sofrendo já há algum tempo, irei um pouco mais além, anos. Caindo sempre no “conto do vigário”, a população espera, ou melhor, acredita, nas promessas que o governo solucionará o problema e o resultado todos já conhecem.

Sobre essa pergunta a resposta mais atual e que se encaixa a essa pergunta está na letra do brilhante músico e compositor Zeca Pagodinho: “Nunca vi, nem comi eu só ouço falar”.

Mas para clarear um pouco o enredo sombrio deste primeiro parágrafo, trago neste Editorial uma ‘Esperança’, isso mesmo, ‘Esperança’. Lendo o diário de Bauru, Jornal da Cidade, uma matéria me chamou bastante atenção, o título dizia assim “Geração de emprego emplaca em pequenas cidades no 1º trimestre” ao ler me deparei com cidades próximas a nós: Itapuí, Boraceia e Agudos. Segue o link para saber mais CLIQUE AQUI
 
O que mais impressiona nestas 3 cidades é o número de habitantes, Itapuí tem 15 mil, Boraceia pouco mais de 4 mil e Agudos 38 mil. Ao ler a matéria você verá o impacto que isso tem refletido na população e inclusive na administração pública, pois começa a gerar impostos e recursos dentro da cidade, pois sabemos que a coisa em Brasília está seca e deputados estão escolhendo a dedos onde vão mandar verba, afinal de contas, ano que vem tem eleição, e a realidade é uma só, leva mais verba onde tem mais voto o resto se contente com migalhas ou, faça sua própria cidade produzir.

Nossa cidade já foi o maior produtor de café e também viveu momentos bons na área industrial. Quem não se lembra da época da Etscheid e Friar? Ficaram na memória e pelo que estamos vendo até agora, não existe o desejo de resgatar esse passado tão glorioso que Pirajuí viveu.

O que é rotineiro se ouvir pelas ruas é a palavra paciência, mas como vamos ter paciência quando acreditamos que no mais tardar em fevereiro deste ano não faltaria remédio no posto de saúde, que empresas se instalariam na cidade, entre outras promessas que não é o foco, neste instante, deste editorial. É fácil falar em paciência quando polpudos salários caem religiosamente no dia prometido e de contra partida temos apenas como consolo a palavra paciência.

Mas, ainda existe "Esperança"!?

Buscar nas cidades vizinhas uma das principais coisas que falta na nossa, emprego. Pois o TRABALHO dignifica o homem.

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Leia também - Os prefeitos de cidade pequena e João Doria

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Paulo Bini

Paulo Bini

Esperança do verbo "Esperançar" ou do verbo "Esperar"?
Pirajuí é uma cidade que abriga 3 penitenciárias e todas as famílias possuem pelo menos um ente que seja funcionário destas.
O dinheiro chega, mas não circula na cidade! As pessoas preferem arremessar seu dinheiro para fora, comprando em Bauru, Lins, Marília, etc e deixa o comercio local cada vez mais fraco; sendo que o comércio é o principal empregador na cidade.
Veja o exemplo do cinema, as pessoas iam até Bauru para assistir no Shopping o mesmo filme que estava sendo passado em Pirajuí por um quarto do preço.
A crise é nacional, mas a economia local não se desenvolve por conta do próprio povo e seus costumes.
★★★★★DIA 19.06.17 03h56RESPONDER
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