O discurso de Bolsonaro na ONU

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Bolsonaro na onu foi afirmativo, contundente, defensor de nossa soberania. Ao mesmo tempo polemico com ataques desnecessários e pendulares entre nacionalismo e globalismo.

O discurso de Bolsonaro na ONU

Ao contrário do que a grande mídia está falando, o discurso do presidente  Bolsonaro na ONU não foi agressivo, mas contundente, especialmente em relação à defesa da soberania brasileira, ameaçada por uma recente orquestração mundial, visando criar um clima político favorável a um velho projeto de internacionalização da Amazônia.

Nesse sentido, Bolsonaro falou o que tinha que falar, com firmeza, sem as tibiezas do "politicamente correto", típico das Assembleias da ONU. O tom do discurso foi a questão da soberania, chegando inclusive a dizer, alto e bom som, que "acabou o monopólio do Sr. Raoni, em nosso País". É óbvio que a sua fala também esteve direcionado ao seu público interno, no Brasil, bastante organizado nas redes sociais.

O fato é que não podemos ignorar a força dessas verdadeiras milícias virtuais, que agem em apoio aos posicionamentos de Bolsonaro, no campo político conservador.

Por isso que temas como o combate à ideologia de gênero, defesa da vida e da família, e também da perseguição religiosa, foram temas que confirmaram os compromissos de Bolsonaro, com o seu eleitor de 2018. Mesmo com repercussões variadas na mídia internacional, que procurou desqualificar a fala do presidente, tivemos talvez pela primeira vez, um chefe de Estado brasileiro que se apresentou ao mundo como quem está disposto a defender a nossa integridade territorial e nossos valores, respeitando os princípios e valores da dignidade humana e liberdade.

Daí seu posicionamento firme, por exemplo, nas questões ambientais, que visam não apenas à preservação da natureza, mas principalmente o desenvolvimento da região Amazônica, com responsabilidade.

 Saliente-se que Bolsonaro, desde o inicio de seu governo, tem sido agressivo e ,às vezes desrespeitoso(como foi o caso das referencias à mulher de Macron e o  da ida ao barbeiro no horário de audiência com o embaixador da França).

O problema maior é que a primeira imagem que  alguém deixa cria atitudes favoráveis ou desfavoráveis na opinião publica nacional e internacionalmente. Suas colocações referentes ao globalismo não foram muito consistentes, senão obscuras.

Esperamos agora que venham ações concretas do governo que corroborem as palavras de Bolsonaro, quanto à defesa da nossa soberania. Para isso, será preciso viabilizar um crescimento econômico que permita investimentos que se fazem necessário (também na área da segurança), para que o Estado brasileiro tenha meios efetivos para promover o desenvolvimento do País, com respeito ao meio-ambiente.

Ademais esperamos que pare com fanfarronices e se dedique às questões prioritárias da vida quotidiana de nosso povo.

Valmor Bolan é doutor em sociologia. Professor da Unisa. Ex-reitor e Dirigente (hoje membro honorário) do Conselho de Reitores das  Universidades Brasileiras. Pós-graduado (em Gestão Universitária pela OUI-Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal-Canadá.

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