Novo governo, novas esperanças

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Tempo novo, de renovada esperança para o Brasil.

Novo governo, novas esperanças

As urnas deixaram claro o recado por mudanças. A velha política da "Nova República" desabou. As velhas estratégias do clientelismo político não funcionam mais. O voto tornou-se mais expressão de opinião, e a população mais exigente.

As redes sociais, nesse sentido, desempenharam um papel fundamental. Os que souberam utilizar as mídias digitais conseguiram fazer suas mensagens alcançarem um número cada vez maior de eleitores e foram beneficiados com votações expressivas.

Mesmo o presidente eleito Jair Bolsonaro foi favorecido pela onda reativa da população: contra o lulopetismo, contra a corrupção, contra os altos gastos de campanhas, etc. Bolsonaro soube aproveitar o vácuo de liderança que atingiu aqueles que eram então os maiores partidos: o PT, o MDB e o PSDB.

Com Lula preso e Aécio nocauteado pela Lava Jato, com um discurso assertivo contra a criminalidade, mesmo com soluções simplistas (como a facilidade no acesso ao porte de armas). O fato é que passada a eleição, começam as articulações para o novo governo que terá pela frente, enormes desafios, pois certamente a cobrança será grande.

Espera-se que o presidente eleito aproveite a sua alta popularidade, grande capital político conquistado nas urnas, para empreender as reformas necessárias. Mas sabemos que mesmo a reforma da previdência sendo requerida por muitos como prioridade, deve esbarrar numa questão crucial: a dos direitos sociais adquiridos.

Isso quer dizer que os partidos de esquerda que já se dispuseram a fazer oposição, não vão aceitar perdas de direitos sociais. Esse será um primeiro teste da capacidade do governo que deverá assumir no começo do ano, mostrando se conseguirá ou não trazer soluções à atual crise do País.

De qualquer modo, foi muito importante que tudo transcorreu dentro da normalidade democrática, apesar da campanha eleitoral ter sido marcada por excessos (na divulgação de fakes news nas redes sociais) e também por uma dose de violência, que explorou os sentimentos de medo e rejeição da população.

Os dois candidatos apresentaram altos índices de rejeição, mas mesmo assim, finalizado o processo, devemos respeitar o resultado das urnas e torcer para que o novo governo consiga unir o País e trazer bons resultados. Esperamos, portanto, um tempo novo, de renovada esperança no Brasil.

*Valmor Bolan é Doutor em Sociologia e Especialista em Gestão Universitária pelo IGLU (Instituto de Gestão e Liderança Interamericano) da OUI (Organização Universitária Interamericana) com sede em Montreal, Canadá e Representa o Ensino Superior Particular na Comissão Nacional de Acompanhamento e Controle Social do Programa Universidade para Todos do MEC.”.

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